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STEVE JOBS X BILL GATES
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domingo, 12 de fevereiro de 2012
sábado, 4 de fevereiro de 2012
CNPq prepara edital de bolsas para engenheiros
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) deve publicar no próximo mês edital para a oferta de 12 mil bolsas de iniciação científica do programa Pró-Engenharia destinadas a estudantes de graduação de engenharia, alunos do ensino médio (iniciação científica júnior) e a professores orientadores.
Conforme nota do CNPq, serão investidos R$ 24 milhões, o que permitirá dobrar o número de bolsas hoje disponíveis (6 mil). A iniciativa é feita em parceria com a mineradora Vale e haverá oferta de bolsas em todo o país, preferencialmente em instituições das regiões Norte e Nordeste.
A intenção do governo é aumentar o interesse dos estudantes do ensino médio pelas engenharias, diminuir a evasão do curso nas universidades e melhorar a formação de futuros profissionais na área. A falta de engenheiros é reconhecida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) como um gargalo para dar sustentabilidade ao provável crescimento econômico dos próximos anos. A meta é aumentar o número de formados em 60% até 2014.
Dado do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea) indica déficit de 20 mil engenheiros por ano no país. De acordo, com o diretor de Engenharias, Ciências Exatas, Humanas e Sociais do CNPq, Guilherme Sales Melo, faltam no mercado de trabalho especialmente engenheiros civis, de minas, de petróleo e gás, navais e de computação.
Pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que apenas 35% dos engenheiros formados estão trabalhando na área. Na opinião do diretor, não é possível remanejar esses profissionais, “é mais fácil pegar novos engenheiros”. Por isso, o CNPq incluiu os alunos do ensino médio no programa. “É para que os estudantes trabalhem com professores universitários, despertem interesse, brilhem os olhos e digam 'é isso que eu quero'”, completa Melo.
A estratégia de estimular mais alunos do ensino médio, no entanto, tem pelo menos duas limitações: a qualidade da educação e a evasão escolar. Menos da metade dos jovens de 15 a 17 anos está no ensino médio, e um quarto apenas dos formados chega às universidades. No ensino superior, a evasão chega a 60% em alguns cursos. Segundo Guilherme Sales Melo, em parte, a desistência dos alunos na universidade tem a ver com as exigências do curso, que requer dedicação exclusiva e tem alta carga de estudo em disciplinas como cálculo.
A percepção sobre a dificuldade de formar engenheiros é partilhadas por outras empresas. O diretor do CNPq conta que na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) “há empresas que estão dando bolsas de estágio para os alunos continuarem fazendo o curso”. “Parece um contrassenso: o aluno quer fazer o estágio, só que o estágio é importante em um momento do curso e durante um tempo só. Tem que ter muito cuidado para o estagiário não virar mão de obra barata da empresa. Naquele tempo em que ele está estagiando, está deixando de estudar. Quanto mais estudar dedicadamente, mais longe vai chegar”, recomenda.
Entre 2000 e 2009, o número de alunos concluintes de engenharia saltou de 22,8 mil para 47 mil. A participação de engenheiros no universo de formados, no entanto, caiu de 7% para menos de 6%. Na China, 35% dos formandos nas universidades são engenheiros; e na Coreia do Sul, 25%. (Agência Brasil)
Conforme nota do CNPq, serão investidos R$ 24 milhões, o que permitirá dobrar o número de bolsas hoje disponíveis (6 mil). A iniciativa é feita em parceria com a mineradora Vale e haverá oferta de bolsas em todo o país, preferencialmente em instituições das regiões Norte e Nordeste.
A intenção do governo é aumentar o interesse dos estudantes do ensino médio pelas engenharias, diminuir a evasão do curso nas universidades e melhorar a formação de futuros profissionais na área. A falta de engenheiros é reconhecida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) como um gargalo para dar sustentabilidade ao provável crescimento econômico dos próximos anos. A meta é aumentar o número de formados em 60% até 2014.
Dado do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea) indica déficit de 20 mil engenheiros por ano no país. De acordo, com o diretor de Engenharias, Ciências Exatas, Humanas e Sociais do CNPq, Guilherme Sales Melo, faltam no mercado de trabalho especialmente engenheiros civis, de minas, de petróleo e gás, navais e de computação.
Pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que apenas 35% dos engenheiros formados estão trabalhando na área. Na opinião do diretor, não é possível remanejar esses profissionais, “é mais fácil pegar novos engenheiros”. Por isso, o CNPq incluiu os alunos do ensino médio no programa. “É para que os estudantes trabalhem com professores universitários, despertem interesse, brilhem os olhos e digam 'é isso que eu quero'”, completa Melo.
A estratégia de estimular mais alunos do ensino médio, no entanto, tem pelo menos duas limitações: a qualidade da educação e a evasão escolar. Menos da metade dos jovens de 15 a 17 anos está no ensino médio, e um quarto apenas dos formados chega às universidades. No ensino superior, a evasão chega a 60% em alguns cursos. Segundo Guilherme Sales Melo, em parte, a desistência dos alunos na universidade tem a ver com as exigências do curso, que requer dedicação exclusiva e tem alta carga de estudo em disciplinas como cálculo.
A percepção sobre a dificuldade de formar engenheiros é partilhadas por outras empresas. O diretor do CNPq conta que na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) “há empresas que estão dando bolsas de estágio para os alunos continuarem fazendo o curso”. “Parece um contrassenso: o aluno quer fazer o estágio, só que o estágio é importante em um momento do curso e durante um tempo só. Tem que ter muito cuidado para o estagiário não virar mão de obra barata da empresa. Naquele tempo em que ele está estagiando, está deixando de estudar. Quanto mais estudar dedicadamente, mais longe vai chegar”, recomenda.
Entre 2000 e 2009, o número de alunos concluintes de engenharia saltou de 22,8 mil para 47 mil. A participação de engenheiros no universo de formados, no entanto, caiu de 7% para menos de 6%. Na China, 35% dos formandos nas universidades são engenheiros; e na Coreia do Sul, 25%. (Agência Brasil)
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Engenharia de Telecomunicações
Bacharelado
É o segmento da engenharia que se ocupa do projeto, da operação e da manutenção de equipamentos e sistemas de telecomunicações. Esse engenheiro desenvolve e implanta redes de telecomunicações. Com sólida formação na área elétrica e eletrônica, ele cria, planeja e constrói aparelhos e equipamentos utilizados nas telecomunicações e dá manutenção aos sistemas e redes implantados. Cuida de cabeamentos aéreos e subterrâneos, satélites artificiais, centrais de transmissão, captação, codificação e retransmissão dos sinais que interligam o planeta. De seu trabalho depende toda a rede mundial de telefonia, transmissão de dados, redes de computadores, rádio e televisão. Esse profissional atua em empresas concessionárias de serviços de telecomunicações, de telefonia fixa e móvel, de cabeamento estruturado e fibra óptica e de infraestrutura para sistemas de telecomunicações. Também encontra trabalho na indústria eletroeletrônica, nos órgãos reguladores das atividades de telecomunicação e nas empresas e laboratórios de pesquisa científica e tecnológica.
Salário inicial: R$ 3.060,00 (6 horas diárias; fonte: Crea-SP).
Duração média: cinco anos.
Outros nomes: Eng. de Comun.; Eng. Elétr. (eletrôn. e telecom.); Eng. Elétr. (telecom. e comput.); Eng. Elétr. (telecom.).
O mercado de trabalho
Os graduados não costumam ter dificuldade para arranjar trabalho, e nos próximos anos esse quadro não deve mudar. "Teremos a Copa do Mundo e as Olimpíadas acontecendo em cidades brasileiras, o que vai exigir uma infraestrutura de telecomunicações muito mais abrangente do que temos hoje. Além disso, novos aplicativos terão de ser desenvolvidos para agregar essa tecnologia", afirma Carlos Roberto dos Santos, coordenador do curso do Inatel. Empresas de telefonia, como Vivo e Oi, além de fornecedores de produtos e serviços, como Cisco, Ericsson, Nokia e Siemens, são alguns dos empregadores desse profissional. Ele é contratado para atuar na pesquisa e desenvolvimento de novos produtos, no suporte pré e pós-venda. Outra opção é atuar na venda. "Esse é um comércio muito específico, que exige um profissional que entenda não só de equipamentos, mas também da demanda da empresa para saber qual é a melhor solução a ser apresentada", diz o professor Santos. A Região Sudeste concentra as melhores oportunidades de trabalho.Salário inicial: R$ 3.060,00 (6 horas diárias; fonte: Crea-SP).
O curso
As disciplinas básicas incluem matemática, física, informática, desenho e química. Na parte específica do currículo, você terá aulas de princípios de comunicação, eletrônica, eletromagnetismo, processamento de sinais, comunicações ópticas, fundamentos de telefonia, sistemas operacionais, técnicas digitais, redes de computadores de alta velocidade, televisão (analógica e digital) e comunicação via satélite. O estágio é obrigatório, assim como a apresentação de um trabalho de conclusão de curso. Em algumas escolas, esse curso é oferecido como habilitação de Engenharia Elétrica.Duração média: cinco anos.
Outros nomes: Eng. de Comun.; Eng. Elétr. (eletrôn. e telecom.); Eng. Elétr. (telecom. e comput.); Eng. Elétr. (telecom.).
O que você pode fazer
Infraestrutura
Criar, projetar, construir, implantar, operar e gerenciar sistemas e redes de telecomunicações, inclusive comunicações de dados, como internet.Internet móvel
Desenvolver sistemas de transmissão de dados via aparelhos sem fi o que dão acesso à internet.Projeto
Planejar sistemas de transmissão de dados digitais por meio de cabos ópticos e satélites.Serviços
Gerenciar a implantação, a tarifação, a configuração, a operação e o gerenciamento de redes de telecomunicações. Além disso, há a possibilidade de estudar e desenvolver novas tecnologias.domingo, 29 de janeiro de 2012
Belém terá o primeiro Instituto Tecnológico Vale do País
Na primeira reunião do ano, Fábio Berwig, gerente administrativo da Vale, apresentou o Instituto Tecnológico Vale (ITV) aos gestores presentes. Ele destacou que o Instituto foi concebido pela empresa para ser uma fonte de geração e difusão de conhecimento científico inovador, visando ao desenvolvimento socioeconômico, ambiental e tecnológicos.
A Vale prevê a criação de três centros de pesquisa no país: em Belém, em Ouro Preto (MG) e em São José dos Campos (SP). Com foco no desenvolvimento sustentável, a unidade paraense será a primeira a ser construída e ficará instalada no Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT Guamá). “Já temos projeto arquitetônico definido e a meta é de que, em novembro de 2014, as obras da sede definitiva do ITV estejam concluídas. Até lá, o ITV desempenhará suas atividades, a partir de março de 2012, numa sede provisória em Belém”, explicou o gerente.
A diretora de Inovação Tecnológica da Secti, Gisa Bassalo, foi a responsável por apresentar um panorama atualizado sobre os três Parques de Ciência e Tecnologia (PCT’s) a serem instalados em nosso Estado. Segundo a diretora, a preservação do meio ambiente e a exploração produtiva dos recursos naturais de forma racional e responsável são os objetivos comuns aos três parques. “Com os PCT’s Guamá (Belém), Tapajós (Santarém) e Tocantins (Marabá) queremos transformar conhecimento em serviços úteis à sociedade”.
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
domingo, 22 de janeiro de 2012
terça-feira, 29 de novembro de 2011
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Mágica Dos números
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JORGE VINICIUS!!!
terça-feira, 1 de novembro de 2011
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
TOP FODA DA SEMANA #4
ELE... Talvez uma das maiores celebridades que um dia apareceram aqui neste Top Foda...E concerteza neste cosmos...
O nome dele é... MMMMEEE.... SSSSSIIIII....AAAAAAAAASSSSSSSSSS
O cara sem duvida é possuidor de umas das mentes mais fantásticas entre aquelas que já habitaram o universo das Telecomunicações em Belém. Sem duvida é merecedor de está aqui.
4-MAIS VALIOSO QUE NOTA DE DOIS REAIS
3-MAIS SENTIMENTAL QUE A ANA DO BBB9
2-MAIS ENROLADO QUE O CABELO DO BIRO-BIRO
1-MAIS ENGRAÇADO DO QUE A PIADA DO ROMULO!!!"
(Alison Amaral)
"Sempre foi meu Aluno predileto, ainda mais no Tecnico"
( Hataya)
" Uma das poucas pessoas que com apenas uma unica entrevista, conseguiu me fazer ver o quanto existem pessoas perseverantes nesta terra. A história de vida, os dramas, os sonhos... Fizeram-me observar o grande mundo em que estamos inseridos... Aprendi a gostar do quanto ganho.. rsrsr"
( Importante Reporter de TV)
"-Disseram que eu sou o primeiro sosia dele" ( fã )
" Ele é SUPER!!!" ( Miss IFPA 2008)
"- Depois que fiz minha primeira missão e atravessei um milenio, conheci o mundo das telecomunicações... e Posso afirmar.. Nenhum dominou melhor o sistema de tv do que este rapaz" (Prof Noé)
Por essas e Por outras que Messias é o Top Foda da SEMANA!!!
O nome dele é... MMMMEEE.... SSSSSIIIII....AAAAAAAAASSSSSSSSSS
MESSIAS LIMA!!!!
Facebook:http://www.facebook.com/profile.php?id=100000095009526O cara sem duvida é possuidor de umas das mentes mais fantásticas entre aquelas que já habitaram o universo das Telecomunicações em Belém. Sem duvida é merecedor de está aqui.
Abaixo Opinião de pessoas que fortalecem ainda mais essa escolha.
4-MAIS VALIOSO QUE NOTA DE DOIS REAIS
3-MAIS SENTIMENTAL QUE A ANA DO BBB9
2-MAIS ENROLADO QUE O CABELO DO BIRO-BIRO
1-MAIS ENGRAÇADO DO QUE A PIADA DO ROMULO!!!"
(Alison Amaral)
"Sempre foi meu Aluno predileto, ainda mais no Tecnico"
( Hataya)
" Uma das poucas pessoas que com apenas uma unica entrevista, conseguiu me fazer ver o quanto existem pessoas perseverantes nesta terra. A história de vida, os dramas, os sonhos... Fizeram-me observar o grande mundo em que estamos inseridos... Aprendi a gostar do quanto ganho.. rsrsr" ( Importante Reporter de TV)
"-Disseram que eu sou o primeiro sosia dele" ( fã )
" Ele é SUPER!!!" ( Miss IFPA 2008)
"- Depois que fiz minha primeira missão e atravessei um milenio, conheci o mundo das telecomunicações... e Posso afirmar.. Nenhum dominou melhor o sistema de tv do que este rapaz" (Prof Noé)
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
E o mais Novo Torcedor do Bicolor
Em busca da subida para a série B o Papão busca reforços também na torcida.
e vindo de Springfield... Ele...
Homer... Simpson!!!
e vindo de Springfield... Ele...
Homer... Simpson!!!
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Como causar uma boa impressão nos primeiros dias de trabalho
Equilíbrio e bom senso são indispensáveis; veja quais comportamentos evitar
São Paulo – A ansiedade se mescla com a alegria de estar em um emprego novo, mas como deixar a melhor impressão para os novos colegas de trabalho? Ser aceito é o que a maioria anseia, mas se torna inalcançável se o profissional trocar os pés pelas mãos e deixar uma má imagem já no primeiro dia.
Eduardo Marques, diretor de Operações da Divisão de Negócios DMRH Executivos, diz que o profissional tem que se lembrar de que, especialmente, no primeiro dia, ele está sendo observado por todos. “Ele é o corpo estranho e será avaliado tanto pela sua fala quanto pelas suas atitudes”, afirma.“Um bom profissional chamará a atenção no primeiro dia pela educação e paciência. E também pelo uso das palavras amigáveis, como um simples bom dia e boa tarde”, explica Adriana Prates, presidente da Dasein Executive Search. “Ele podia ser O cara na empresa antiga, mas na empresa nova ele é apenas uma folha branca”, ressalta ela.
Confira abaixo o que os especialistas recomendam fazer e o que não fazer:
Aparência
Segundo os especialistas, antes mesmo de ser contratado, é importante atentar para a maneira como as pessoas da empresa se vestem para ir ao trabalho. Essas observações devem ser seu norte na hora de escolher a roupa para ir ao trabalho.
Para Marques é importante ter cuidados com o que vai ser escolhido do guarda-roupa, para que não acabe se colocando uma roupa muito formal, quando a equipe da empresa tem o estilo mais informal. Essa atitude pode causar estranheza já no primeiro momento do dia.
O diretor explica que ao acertar na roupa, o profissional tem a sua autoestima elevada no “primeiro teste” do dia.
Introdução
Se por conta do ritmo você não for introduzido para a equipe com que irá trabalhar ou para outros colegas de trabalho, Adriana recomenda que o profissional vá até ao superior e perguntar o que deve ser feito. “O profissional não deve agir de livre espontânea vontade, pois pode quebrar as regras da empresa. Diga que você gostaria de ser apresentado e aguarde”, afirma a especialista.
“Pode ser que o superior não tenha tempo para fazer as apresentações. Pergunte então a quem você deve recorrer e que poderá fazer a ponte”, ensina Marques.
Interação“Ao chegar, o profissional tem que estar com os radares aguçados, para captar a cultura de seu novo trabalho de trabalho, aquela que não está escrita e sim da forma que as coisas funcionam”, explica Marques. O profissional, especialmente no começo, tem que se mostrar disponível, para conversar e conhecer as pessoas sem fazer julgamentos.
“Acredito que a sugestão ideal é utilizar o horário do almoço e buscar uma aproximação. Peça uma sugestão de restaurante, pergunte onde as pessoas almoçam”, diz Adriana. Segundo ela convidar para almoçar pode ser muito agressivo, pois o profissional não sabe, ainda, se os colegas almoçam juntos ou não.
E se eu for muito tímido? “Não adianta tentar ser aquilo que não é, porém por mais introspectivo que o profissional seja, ele vai precisar mobilizar coisas novas. O risco de ser extremamente quieto e distante, é que os outros colegas começarão a fazer inferências sobre como ele é fechado e arrogante”, explica Marques.
O que não fazer
Ser extremamente inconveniente e marcar almoços, happy hours e forçar a interação das pessoas, quando elas não o fazem normalmente. ”O cara chega com tanta vontade de ser aceito, que chega ser um pouco demais”, afirma o diretor da DBMRH.
Bancar o superior, arrogante e querer mostrar serviço de forma excessiva também é proibido. Os especialistas reforçam que não só no primeiro dia, mas durante a primeira semana, o profissional tem que estar aberto e disponível para as pessoas.
O papel de observador pode ser adotado, mas prestando atenção para o equilíbrio. Assim como para não pecar no excesso de formalidade ou informalidade nas suas atitudes.
Adriana recomenda que o profissional evite decorar sua mesa já no primeiro dia, “colocar objetos pessoais com times de futebol, por exemplo, nem pensar”. Outro ponto, não vá embora às 17h59 se o seu horário termina às 18h. “Pergunte se você pode ajudar em alguma coisa e só depois vá”, recomenda.fonte: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/como-causar-uma-boa-impressao-nos-primeiros-dias-de-trabalho?page=3&slug_name=como-causar-uma-boa-impressao-nos-primeiros-dias-de-trabalho
sábado, 13 de agosto de 2011
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